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São títulos incentivados, ou seja, isentos de imposto de renda, tais como as LCAs e as LCIs. Contudo, não possuem garantia do FGC (Fundo Garantidor de Créditos). Por conta disso, eles têm um risco maior, mas oferecem uma rentabilidade melhor.

Eles podem ser atrelados ao IPCA ou até IGP-M, além do CDI (como visto nas LCIs e LCAs), o que possibilita também mais variedade ao investidor.


O que São?

Assim como as Debêntures, o CRI (Certificados de Recebíveis Imobiliários) e o CRA (Certificados de Recebíveis Agrícolas) são títulos de dívida de empresas. São isentos de imposto de renda e seus recursos são sempre direcionados aos setores imobiliário e agrícola.

Esses títulos trazem a possibilidade de serem pré ou pós-fixados, com pagamentos de juros e amortizações ao longo do período da aplicação.

ENTENDA A ESTRUTURA DOS TÍTULOS:

Eles são criados a partir de uma securitização de créditos no mercado imobiliário ou do agronegócio. Exemplo: uma grande incorporadora que irá receber R$ 100 milhões com a venda de loteamentos ao longo de cinco anos pode securitizar esses recebíveis e, assim, receber todo o valor antecipadamente dos investidores, que receberão ao longo do tempo, de forma gradual, juros e amortizações pactuados na emissão do título.


A Estrutura

DEVEDOR:

É a empresa do mercado imobiliário ou agronegócio que possui uma dívida. Aos investidores de um CRI ou CRA a devedora é a parte mais importante da estrutura já que o risco da operação está relacionado a ela. Por isso, orientamos ao investidor olhar o rating dessa empresa ou da emissão antes de investir.

CREDOR:

É a empresa que emprestou dinheiro à devedora e agora está cedendo esses recebíveis que passarão a fazer parte do CRI ou CRA. O risco da operação não está relacionado ao credor, e sim ao devedor.

SECURITIZADORA:

É a empresa responsável por organizar toda a operação.

INVESTIDOR:

É a parte que adquire o CRI ou CRA como investimento. Os recursos que ele investiu serão pagos com o fluxo de pagamentos e juros determinados na estrutura dos títulos.

1 – Esta Instituição é Aderente ao Código ANBIMA de Regulação e Melhores Práticas para Atividade de Distribuição de Produtos de Investimento no Varejo.
2 – Trata-se de uma modalidade de investimento que não conta com a garantia do Fundo Garantidor de Crédito – FGC

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